domingo, 17 de abril de 2011

GRATIDÃO, algo raro no nosso mundo de hoje.

Ontem eu e a Cíntia tivemos um cine-home com o filme Comer Orar Amar. A partir da E.P.I. (Escola de Plantadores de Igrejas), modulo sobre Música eu não deixei de pensar na gratidão a Deus.
O filme começa com uma crise matrimonial e na hora do aperto, dificuldade, angustia a protagonista Julia Roberts (Liz) ajoelha-se e num dialogo simples, interpretado de acordo com a arte cénica, faz uma oração que hoje em dia na vida real não ouvimos: 
"Olá Deus, prazer conhecer-te, desculpe-me se demorei tanto para falar contigo, obrigado por tudo na minha vida, ajuda-me Deus (choro compulsivo)." 
Mais ou menos assim foi o dialogo de Liz com Deus. Arrependimento, louvor a Deus e por fim reconhecimento que somente Ele pode ajudar.
Não quero comentar as coisas que vi no filme e que não concordei, o apostolo Paulo dizia: "Examinai tudo. Retende o bem." em sua primeira carta ao Tessalonicenses capitulo 5 versículo 21. Para mim o melhor do filme foi esta oração direccionada a Deus, revelado e conhecido na Bíblia Sagrada (já agora, a tradução que eu recomendo é João Ferreira de Almeida, Nova Versão Internacional e Versão Católica).

O que eu oro a Deus é para que TU (familiar, amigo, irmão na fé em Cristo, conhecido e desconhecido) também tenhas esta vontade de um dia dizer: "Olá Deus, prazer conhecer-Te..."
Experimente com sinceridade, NÃO FALHA.

2 comentários:

  1. Oiee Ju, mudou o blog (não sei qto tempo, mas só agora q vi...) ficou excelente!
    Eu assisti esse filme no avião, vindo embora pro Brasil e, realmente, não pra deixar de observar a oração q ela faz... Conhecer a Deus é a nossa busca!

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  2. Obrigado! Foi já a algum tempo, mas só agora que postei, as vezes ele fica assim as moscas... mas agora voltou e espero toda semana postar algo. Saudade.

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Falar de nós mesmo é difícil, pois a pergunta "Quem é você?" não se responde apenas se tem a certeza de quem nós somos, cheios convicções estabelecidas num alicerce, ou não. O meu alicerce é incorruptível, chamado Deus! Quem sou: imitador de tudo que é bom para viver uma vida de utilidade e de separação do que é mal.